sábado, 14 de setembro de 2013

Um baile de máscaras

No cotidiano, percebo que há uma regra implícita para se encaixar na vida em sociedade, na qual enfoca uma obrigatoriedade: a de fingir o bem estar. Nessa regra, está inclusa a necessidade de simpatia forçada, risos  falsos e conversas banais. 
É normal que as pessoas se cumprimentem com a pergunta "oi, tudo bem?" e quase que no automático, geralmente a resposta é "tudo e com você?" - respostas evidentemente inverídicas; Esse cumprimento corriqueiro já é um roteiro dos personagens que interpretamos no show da vida. Afinal, o que é estar tudo bem?
A verdade para todos é que por trás de sorrisos, ainda há angústias no intrínseco; Toda simpatia e educação resguarda algumas antipatias. E eis um fato: Todo ser humano sofre. E não há sofrimento maior ou menor, pois cada um sabe da sua própria dor e renúncia. 
Mas para sobrevivermos, precisamos usar máscaras. É um grande baile! E ai de quem não dançar conforme a música...